sábado, 10 de dezembro de 2011

O Gigante Adormecido

Gigante Adormecido

O Gigante Adormecido

Dorme como um forte, ó Gigante de antigas eras, desafiando a eternidade
com o peito aberto aos ventos dos mares que desnudam suas serras
enquanto a lua minguante sobre seus ombros sorri de felicidade
aos poetas que como sentinelas velam nas boemias as noites belas
com o encanto de poesias que semeiam amores no coração da cidade
povoando suas encostas com as brisas repletas da alegria das festas

Dorme seu sono de pedra, Ó gigante que se perfuma nas primaveras
fazendo abrir na umidade de suas matas fechadas as flores mais belas
Enquanto as nuvens apaixonadas fazem sombra sobre seu rosto
e deitam em seu corpo um refrescante manto de névoa
para proteger da inclemência dos raios do sol os seus sonhos
cujas revelações prometem um dia despertar toda a terra